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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Orçamento Pessoal:
Não que seja fácil, mas é SIMPLES!






Olá aos futuros financeiramente independentes!

Nosso post  de hoje é breve e tem o intuito de compartilhar algumas curiosidades que encontramos após esmiuçar nossa planilha de orçamento familiar.

Organizar para conquistar!
Fonte: http://www.edufincar.com/
Na verdade, tentamos identificar nossa média mensal de lançamentos de maneira a demonstrar que o controle de receitas, despesas e investimentos pode ser feito sem grande sofrimento. Se você ainda não faz, quem sabe isso não lhe ajuda a se animar!? Vamos lá!



Curiosidades
Você acha que manter uma planilha de orçamento dá muito trabalho?
Acreditamos que a dificuldade maior seja encontrar/desenvolver o modelo que atenda às suas necessidades. Vencida essa etapa inicial, o restante é tarefa simples e toma pouquíssimo tempo.


Alguns números da nossa planilha

4375: lançamentos no período considerado;
("caramba, tudo isso!? deve dar um trabalho danado preencher tudo!")

      37: meses de acompanhamento (jan/13 até final de jan/16);
("três anos e um mês fazendo isso? Devem ser loucos...")

   118: média de lançamentos por mês;
("hummm, até que essa média mensal não é tão alta assim.")

    3,9: média de lançamentos diários;
("só isso por dia!? Então é fácil demais... qualquer um consegue!")

   5,0: tempo diário estimado (em minutos)!
(Na verdade nem precisa disso tudo, mas se você quiser manter o rigor e acompanhar cada detalhe, talvez leve esse tempo.)


Que tal experimentar? Cinco minutos ao dia podem ajudar demais nessa caminhada em busca de um lugar ao solOrganização é fundamental e vale o esforço!


Como diria uma das pessoas que mais admiro:
"Fácil não é, mas é simples!"

Se você já tem o hábito de controlar o seu orçamento, compartilhe com a gente a sua experiência! Há quanto tempo faz? Quantos lançamentos já ocorreram? Qual a importância do assunto pras suas finanças pessoais?


E por falar em lugar ao sol, finalizamos com uma boa dose de motivação...

Lugar ao Sol (Charlie Brown Jr)
"Livre pra poder sorrir. Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol!"
Vamos nessa!?

 "Nossas vidas, nossos sonhos, têm o mesmo valor
      Eu vou com você pra onde você for!"


Por hoje é só!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Fevereiro/2016: Orçamento Previsto e Aportes

À procura da batida planilha perfeita


Que não sobre mês ao final do salário!
Orçamento Previsto
Nossas despesas e receitas são rigorosamente acompanhadas para que possamos ter uma estimativa dos meses seguintes, facilitando a previsão da quantia que poderemos destinar aos planos que pretendemos realizar sem correr riscos de chegar ao final do mês no vermelho.

A seguir apresentamos o 
quadro resumo de nosso orçamento para o mês de fevereiro:
Fevereiro/2016: Quadro-Resumo e previsão de aportes
Chegamos nesse resumo através do preenchimento de outra aba da planilha, denominada "previsão", onde cada uma das receitas e despesas acima aparece detalhada.

A categoria "Lar", por exemplo, engloba os subitens "Compras", "Água/Esgoto", "Energia Elétrica", "Telefone/Internet", "Faxina" e "Lar-outros". São despesas que decorrem do fato de morarmos em algum lugar, qualquer que seja ele.
(Se você é solteiro e mora com os pais, possivelmente essas despesas não fazem parte do seu cotidiano. Aproveite! =p).
                                  Liberdade tem preço!   Adaptado de eumenti.com
Os valores individuais previstos são definidos de acordo com a média dos meses passados, sempre buscando encontrar oportunidades de otimizá-los, mas sem abrir mão do que consideramos essencial à nossa qualidade de vida.

Como nosso objetivo de hoje não é abordar essa parte específica de como chegar às previsões, deixaremos pra aprofundar no assunto em outro post, ok?

Já a previsão de receitas é mais simples porque, em geral, os valores pouco variam, dado que somos assalariados e recebemos parte dos vencimentos nos últimos dias do mês anterior, de forma que entramos no mês corrente já com alguns recursos em caixa.

Finalizada a previsão mensal e definido o valor para investimentos em fevereiro, passemos à melhor parte: hora de aportar!
Que comecem os jogos!
Aportes
Pague-se primeiro! Eis um ensinamento tão propagado por educadores financeiros e que procuramos seguir à risca. Nessa linha, a maior parte dos nossos investimentos é realizada logo no início do mês, jamais excedendo o valor previsto para que as demais contas não sejam prejudicadas.

Aderimos, por enquanto, à linha dos que argumentam que o mais importante é manter a regularidade dos aportes e, por isso, não esperamos mais do que alguns dias pra fazer as aplicações. Se o cenário está ruim no início da semana, por exemplo, esperamos no máximo até o final dela pra investir.

Aplicações de fevereiro:
Fevereiro/2016 - aporte inicial
O aporte líquido (entenda aqui!foi de R$6.719,73 (48,4% da receita total prevista) - incremento de 89% em relação a janeiro. De certa forma isso já era esperado, uma vez que costumamos pagar à vista as grandes despesas sazonais (IPTU, IPVA e taxas diversas) logo no início de cada ano, liberando nossas possibilidades de investimento para os meses seguintes.

Carteira Resumida:
Fevereiro/2016 - carteira resumida (após aportes)
Observando-se o quadro-resumo lá no começo do post, nota-se que houve redução da exposição em títulos e aumento das posições em ações e FII, mas não podemos afirmar que essa seja a tendência.

Dadas as incertezas nos cenários político e econômico e considerando nossa necessidade de ampliar a diversificação da carteira, "ainda não colocamos uma meta" para alocação, buscando aproveitar algumas oportunidades que possam surgir em meio a toda essa longa turbulência.






Se quiser conferir o balanço mensal de janeiro, convidamos você a ler a postagem anterior clicando aquiAlém disso, se  tiver alguma crítica ou sugestão sobre como aprimorarmos este espaço, seu comentário será muito bem-vindo!



Finalizando (ainda em ritmo de carnaval)

Pra terminar, já que falamos em salário e sobre a importância do planejamento financeiro, escolhemos uma música pra ilustrar o que NÃO desejamos pra vida financeira de ninguém!


Lepo-Lepo (Psirico)

Ah, eu já não sei o que fazer. Duro, pé-rapado, com o salário atrasado
Ah, eu não tenho mais pra onde correr: já fui despejado, o banco levou o meu carro

Agora vou conversar com ela. Será que ela vai me querer?
Agora vou saber a verdade: se é dinheiro, se é amor, ou cumplicidade

Eu não tenho carro, não tenho teto, e se ficar comigo é porque gosta
Do meu rá rá rá rá rá rá rá o lepo-lepo-ô!
"Duro, pé-rapado e com salário atrasado!?"
Com planejamento e disciplina, os riscos de ser despejado
ou  ter o carro tomado pelo banco ficam bem reduzidos!

Poesia pura...

Até a próxima!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Despesas em foco: CARRO

Plano de Contas - Despesas

Fazemos um controle rigoroso de nossa movimentação mensal, anotando absolutamente TUDO o que influencia nossos planos de independência financeira. No tocante às despesas, atualmente contamos com 10 categorias em nossa planilha: Alimentação, Apartamento, Carro, Educação, Empréstimos, Lar, Lazer, Pessoais, Saúde e Transporte, sendo que cada categoria se subdivide de acordo com os principais fatos geradores da despesa.

Automóvel

No exemplo de hoje apresentaremos a categoria Carro, já com a subdivisão que adotamos e com os valores relativos às despesas ao longo 2015:
Gastos com automóvel em 2015: comparação realizado X previsto

Combustível: a média mensal de R$361,58 superou um pouco a meta de R$350 que havíamos estabelecido no início do ano, mas acreditamos que é possível trabalharmos dentro desse mesmo valor em 2016, a despeito da forte alta ocorrida nos preços no segundo semestre de 2015. Não, não estamos loucos! Estamos apenas racionalizando ainda mais a utilização do veículo, de maneira a evitar a utilização em trajetos onde é possível dispensá-lo, por exemplo: a Sra Nazareno necessita mais do carro para se deslocar ao trabalho em função da distância (cerca de 25 Km ida e volta) e dos horários de entrada/saída.



R$10 agora: só no conta-gotas...

Neste ano, após um rearranjo em sua escala, conseguiu reduzir seus deslocamentos em 25%, passando para 3x/semana e só aí já será possível "economizar" cerca de 100 Km/mês. Além disso, meu trabalho fica próximo de onde moramos (cerca de 3,5 Km). Já tenho o costume de fazer caminhadas ou pedalar nesses trajetos, mas pra manter a rotina de almoçar em casa sempre que possível (grande privilégio!), acabava fazendo pelo menos um desses deslocamentos de carro, perfazendo uma média de 140 Km/mês. A partir deste ano mudei de setor no trabalho e pude adequar meu horário para entrar após o almoço (claro que pra isso passei a almoçar mais cedo).


Como assumi o compromisso de percorrer esse trajeto sempre a pé (35 min de boa caminhada!), esses 140 Km também passarão a ser "economizados". Assim, essa simples racionalização nos proporcionará um total de 240 Km a menos por mês, ou aproximadamente R$65. Se mantida a rotina do ano anterior a meta possivelmente seria alterada para R$400/mês mas, pelos motivos acima expostos, acreditamos ser possível ficar dentro dos R$350 com alguma folga.


Estacionamento/Pedágios: valor de R$34,23/mês dentro da normalidade. Temos garagens nos respectivos trabalhos e em casa, de maneira que os gastos ocorrem principalmente em passeios noturnos (quando o estacionamento particular custa mais caro...) e viagens. Para 2016 estimamos que essa despesa se mantenha dentro dos R$40/mês.


Impostos e Multas: o valor percebido em 2015 esteve abaixo do que realmente custaram impostos, taxas e multas do carro porque fizemos uma compensação com a restituição do IPVA do veículo anterior (R$600,60 - furto em 2014 e restituição em 2015).


"Imposto a mais, desvio a mais. E o benefício é um horror!"

O grande Djavan caprichou nessa letra!


Por outro lado, tivemos R$215,12 de gastos burros, que é como carinhosamente apelidamos as multas de trânsito. Desatenção custa caro... Para 2016 trabalhamos com uma estimativa de R$220/mês, ou R$2.640/ano (já pagamos os impostos e taxas deste ano e deixamos uma "folga" para eventuais multas).

Manutenção: o ideal seria que neste grupo estivessem apenas valores gastos com revisões e limpeza, mas infelizmente tivemos uma despesa extra de pouco mais de R$1.600 logo no início do ano. Como já escrito acima: desatenção custa caro, muito caro! O reparo total teria custado ainda mais, pois felizmente estávamos segurados e pagamos "apenas" o valor da franquia. De qualquer maneira, os R$221,29/mês ficaram longe dos R$84,37 planejados, sendo que para este ano estimamos uma despesa média de R$100/mês (sem mais acidentes, por favor!).


Seguro: aqui não tem pra onde fugir. Feitas as diversas cotações, não resta alternativa: se quer desfrutar do bem e dormir um pouco mais tranquilo, basta pagar a "bagatela" de pouco mais de R$2.100 e torcer pra nada de mal acontecer ao estimado "filhote" pra que não se perca o valioso "bônus" (está mais pra um pseudo-benefício, mas fingimos que acreditamos...).


E aí, arrisca ficar sem o seguro do carro?


Em 2015 o gasto médio foi de R$178,95/mês e acreditamos que deva ficar dentro dos R$170/mês (ou R$2.040) ao longo deste ano. Seguro é caro, mas o vemos como um mal necessário.


Realizado X Previsto

Comparando nossas estimativas para gastos com o automóvel aos valores efetivamente percebidos chegamos a consideráveis R$1.447,22 acima do previsto! A meta mensal de R$865 ficou em praticamente R$975 - R$110 a mais por mês principalmente por distrações no trânsito.


Presta atenção, rapaz!

Acho que aprendemos a lição: desatenção custa caro, muito caro!


Já pensou quanta coisa bacana poderia ter sido financiada apenas por esse dinheiro que escorreu pelo ralo? Olhando para outras categorias, notamos que esse "desperdício" é superior ao valor que gastamos em comemorações no mesmo período. Em 2015  gastamos R$1.302,91 em nossos três aniversários (o de casamento entra aqui também). Esse valor também cobriria nossos custos com energia elétrica, por exemplo, ou seria suficiente pra comprar um lote de 100 ações da WEG (cotação de fechamento em 22/01), mas preferimos comparar com um item de lazer porque acreditamos que o estímulo ao não cometimento de novos deslizes é maior.



O que esperamos para 2016

As metas individuais já foram expostas ao longo do texto. Agrupando-as, chegamos a uma despesa total prevista da ordem de R$10.560 com o carro em 2016 (R$880/mês), sendo que lutaremos bastante pra nos mantermos abaixo disso no ano.


Comparando com nossa base atual, isso equivale a uma redução aproximada de 9,7%.

Nada mau nesses tempos de inflação descontrolada.


E já que citamos Djavan, finalizamos com um pouco de sua excelente música para reflexão:

Imposto


IPVA, IPTU, CPMF forever. É tanto imposto que eu já nem sei!
ISS, ICMS, PIS e COFINS, pra nada. Integração Social, onde? Só se for no carnaval

Eles nem "tchum", mas tu paga tudo. São eles os senhores da vez.
Tu é comum, eles têm fundo pra acumular, com o respaldo da lei

Essa gente não quer nada, é praga sem precedente: gente que só sabe fazer por si
Tudo até parece claro à luz do dia, mas claro que é escuso

Não pense que é só isso, ainda tem a farra do I.R. Dinheiro demais!
Imposto a mais, desvio a mais. E o benefício é um horror

Estradas, hospitais, escolas... 
Tsunami a céu aberto. Não está certo.

Pra quem vai tanto dinheiro? Vai pro homem que recolhe o imposto
Pois o homem que recolhe o imposto é o impostor

"Tanto dinheiro vai pro homem que recolhe o imposto, pois o homem que recolhe o imposto é o impostor"


Até a próxima!


sábado, 9 de janeiro de 2016

Orçamento Familiar: qual a melhor planilha?

À procura da batida planilha perfeita

Sempre fui muito ligado a tudo que se relaciona ao ramo das finanças pessoais e tenho a sorte de ter ao meu lado uma companheira cujas visão e atitudes sobre o assunto se aproximam bastante das minhas convicções, o que facilita bastante nossa convivência e torna mais suave a caminhada. Sintonia financeira é fundamental a qualquer casal!

Sr e Sra Nazareno Brasil: rumo à Independência Financeira!

Apesar deste blog estar apenas em seu segundo texto (leia o primeiro aqui!), nossa história financeira não é tão recente assim. Estamos casados há mais de três anos e implantamos nossa "contabilidade de casal" a partir do início de 2013. Aproveitamos os dois primeiros anos para "colocar a casa em ordem" e para realizar alguns sonhos antigos, sendo que 2015 representa o ano de entrada pra valer na batalha da Independência Financeira. De qualquer maneira, desde o começo, registramos absolutamente TODA a nossa movimentação financeira numa planilha que desenvolvemos sob medida para nossas necessidades. 

Depois de tentarmos utilizar alguns programas e aplicativos para controle do orçamento doméstico e investimentos, acabamos optando por desenvolver nossa própria planilha. Claro que há diversos ótimos programas no mercado, mas nossa opção foi motivada principalmente por dois aspectos: particularidades do casal e engajamento psicológico.

Com relação ao primeiro, por melhor que seja o aplicativo, ele foi desenvolvido por outra pessoa e, de certa maneira, reflete a visão pessoal de quem elaborou. Por mais que alguns oferecessem relativa flexibilidade, acabávamos presos ao contexto proposto, o que não nos agradava; Já sobre o segundo aspecto, acredito ser de fato o mais importante: elaborar um controle minucioso exige bastante dedicação inicial, o que causa uma ligação de afeto com a criatura, aumentando a probabilidade de levar o projeto adiante.

Bom, esse é o nosso caso, mas nem de longe pretendemos criticar aqueles que se utilizam de outras ferramentas. Mais importante que isso, sem dúvidas, é cada um CONHECER a fundo sua própria realidade financeirapois isso permitirá trilhar o caminho da Independência Financeira de maneira consistente e tranquila.


A (nossa) planilha ideal

A seguir apresentamos o quadro resumo que desenvolvemos para acompanhar nosso orçamento doméstico segundo nossas necessidades:

Quadro resumo da planilha mensal que utilizamos

Este resumo é dividido em três partes principais:

(i) Realizado X Previsto: à esquerda temos uma visão comparativa entre os orçamentos previsto e realizado, divididos em categorias. A seção inferior esquerda contempla um "resumo do resumo" e é de lá que retiramos a informação sobre o montante a ser investido logo no início de cada mês. Na verdade, costumamos definir uma meta mensal já no início do ano, de maneira que são as demais contas que se adaptam à nossa meta financeira, e não o contrário. Seguimos à risca a regra do "pague-se primeiro", tão difundida por educadores e planejadores financeiros;

(ii) Conta Corrente: na parte superior direita temos um panorama dos recursos que temos à disposição para gerir os gastos do mês, considerando bancos, cartão de crédito e dinheiro "vivo" (cash). A conta "cartão de crédito" é a única cujo sinal é negativo, uma vez que todas as despesas pagas com ele equivalem a diminuições em nossa disponibilidade total, como no exemplo a seguir:

Exemplo: conta corrente num dia de Jan/16

(iii) Aplicações: aqui fica a melhor parte, que é onde encontramos o valor total aplicado ao longo do período (e não apenas no mês, como nos demais quadros). Neste quadro, importante destacar, os saldos equivalem às somatórias dos aportes realizados em cada conta e não aos valores de mercado de cada modalidade naquele momento. Ali também não são considerados cupons de juros, dividendos, juros sobre capital próprio e aluguéis, uma vez que o reinvestimento não ocorre de maneira automática. Já nos casos de poupança e CDB, os rendimentos caem diretamente nessas contas, integrando seus saldos.

Exemplo: soma dos aportes por investimento ao final de 2015

Sobre os valores de mercado de cada carteira, fazemos esse acompanhamento numa outra área da planilha, chamada de "Controle de Ativos" mas, por hora, para não ficarmos muito tempo apenas neste aspecto mais técnico, as demais partes (previsão e movimentação mensais, controle de investimentos, grupos de contas e tabelas/gráficos dinâmicos) serão apresentadas aos poucos.


No próximo post: detalhamento sobre como chegamos ao final de 2015 com esse total aportado, tendo iniciado o ano com apenas R$367,19 investidos em poupança. Além disso, abordaremos nossas metas financeiras e de vida para 2016.


Pra finalizar, a música tema do texto de hoje:

À Procura da Planilha Batida Perfeita (Marcelo D2)
 "O tempo passa mas a evolução é lenta.
Mas não tenho pressa, a velocidade é essa
Não há nada nesse mundo, compadre, que me estressa"



Por hoje é só!