quinta-feira, 9 de novembro de 2017

R$250k!
Maio a Outubro/2017:
Receitas, Despesas, Aportes, Carteira & Proventos

Ano agitado...

Chegamos a novembro e tanta coisa aconteceu que o ano até poderia acabar que já estaria de bom tamanho, viu!? Felizmente, a maioria dos eventos ocorridos neste semestre em que estivemos afastados representou boas experiências e agora podemos afirmar que nos sentimos ainda mais motivados para continuar neste caminho fascinante rumo à Independência Financeira, sempre respeitando nossa máxima:

Viver bem o hoje; viver melhor ainda o FUTURO!


2017 tem sido um ano de intensa transformação pessoal e profissional em nossas vidas, com finalização de alguns ciclos antigos, mais capacitação e novos desafios – a maioria deles com algum reflexo sobre nossas finanças no presente ou boas perspectivas para o futuro em breve, coisa de curto a médio prazo. Em resumo: muita correria e pouco tempo pra escrever e acompanhar a comunidade por aqui, mas agora (e desta vez pra valer! rs) estamos de volta!
Melhor DVD da música brasileira! “Já estava com saudade das velhas amizades...!”

Destaques

250k: se em junho de 2016 comemoramos nossa primeira “marca simbólica” (R$100k), 16 meses depois alcançamos o segundo “check-point” da corrida, batendo, em outubro deste ano, a marca de R$250k aportados. Subindo!

Reforma do Apê: finalmente concluída!

Combustível: apesar de tantas altas no preço da gasolina, nossa média de consumo caiu cerca de 35% em função da troca do carro anterior por um modelo popular (compacto, pra não ficar feio!). Perdemos um pouco em conforto mas o veículo atual atende muito bem às nossas necessidades atuais e, por isso, ficará conosco em 2018;

Seguro Auto: apólice atual 25% mais barata que a anterior, mais uma economia proporcionada pela troca do veículo neste ano;

Educação: cursos visando ao desenvolvimento pessoal e profissional para nós dois;

Shows e Eventos Esportivos: assistimos a algumas partidas de futebol neste Campeonato Brasileiro e, aproveitando alguns dias em que estivemos em São Paulo, assistimos ao espetáculo Amaluña, do Cirque du Soleil – coisa linda de ser ver, incrível mesmo! Não é um programa barato mas as duas horas de show valem, de longe, muito mais que o que se paga pra assistir aos jogos nos estádios Brasil afora...

De bobeira em São Paulo? Eis um programa imperdível (em cartaz até 17/12)
Viagens: uma viagem de trabalho motivou um breve período de férias em que tivemos a oportunidade de conhecer muito sobre a riqueza cultural e arquitetônica de Cusco, Macchu Picchu e arredores – dias intensos em meio ao berço da civilização Inca!

Leilão: a primeira tentativa nesta modalidade de investimento acabou não resultando no esperado, uma vez que uma ação judicial acabou emperrando o arremate. Apesar da certeza de vitória caso ingressássemos na ação, sabíamos que nosso sistema judiciário é tão lento que a questão poderia se arrastar por longos anos e, por isso, decidimos exercer o direito à desistência, recuperando os valores pagos (cerca de 10% do valor total) com alguma correção. Não ganhamos dinheiro com isso, mas também não perdemos. E melhor: aprendemos ainda mais sobre o mercado e estamos nos preparando pra participar de outros ainda neste ano.

Enfim, foram meses com várias experiências legais e muitas mudanças. Como tão bem sintetiza o sábio Gabriel, o Pensador, “na mudança do presente a gente molda o futuro”. Em frente!


Resumo do Período

Receitas
Receita média total de R$20,7k entre maio e outubro/2017:
Maio a Outubro/2017: Receitas Médias
Receitas "passivas" em linha com os investimentos aos quais estivemos expostos no período considerado perfazendo, em média, R$676 no período. A barreira de R$1k, que havia sido vencida pela primeira vez no mês de fevereiro, foi superada novamente em maio, chegando a quase R$1,3k em setembro. Falta ainda mais robustez à carteira pra que esse patamar se torne rotineiro e é disso que vamos em busca! No ano, a média é de R$733 recebidos mensalmente, acumulando R$7,3k até o momento neste ano.

Receitas "ativas", decorrentes de nossas atividades principais, secundárias ou eventuais, corresponderam a quase 97% do total, sendo que neste grupo temos dois destaques a apontar:

     (i)   Restituições e Outros tiveram participação média de 12,5% sobre o total, influenciadas fortemente pelo recebimento parcelado da diferença entre os preços do carro antigo versus o atual. A partir de novembro não haverá mais; =(

    (ii)   Trade representou, em média, 15% da receita total entre maio e outubro. Detalhes logo a seguir:

           (a)   Ações:

Receita Trade (Ações): Maio a Outubro/2017
           (b)   FII:
Receita Trade (FII): Maio a Outubro/2017
No ano, a receita líquida média com trade está na casa dos R$4,1k mensais. A receita é considerada líquida porque já abrange os descontos de taxas I.R. sobre as vendas de FII. No caso das ações não houve qualquer recolhimento de I.R. porque operamos sempre dentro do limite de isenção (atualmente: R$20k mensais) e não fazemos day-trade.


Despesas
Em linha com o esperado, a despesa familiar média ficou em R$10,6k, ainda sob forte influência dos itens elencados na seção “destaques do período”:

A categoria “Lar” foi campeã desses meses porque inclui a conta “Utensílios e Eletros”: com a finalização da reforma, compramos itens como fogão, depurador, lava-louças e outros, justificando a elevação temporária.

Para novembro delimitamos o orçamento de despesas em R$7,5k – aguardemos (e oremos!).



Aportes, Carteira e Proventos

O aporte médio nesses seis meses foi de aproximadamente R$10,7k (R$64,6k no total), deixando a carteira com a seguinte distribuição:

Maio a Outubro/2017: Aportes, Carteira e Proventos
A reserva em CDB, que havia sido dilapidada no período da reforma voltou a receber aportes em setembro e, apesar das taxas de juros estarem tão baixas em RF, provavelmente serão feitos novos depósitos à espera de novas janelas na bolsa ou em imóveis.

A carteira de ações foi reforçada com a entrada de algumas novatas, como Carrefour e Mahle, por exemplo, além da elevação da exposição em ativos nos quais temos confiança quanto ao potencial de retomada. Dos papéis atuais, Eternit pode ser vista como a única “aposta”, uma vez que sua exposição a questões judiciais pode prejudicar seus resultados por um bom tempo. No entanto, caso ela saia vitoriosa ou caso seus projetos de modernização e diversificação de produtos tragam resultados no médio prazo, a empresa é forte candidata a surfar uma nova onda de crescimento (quando ela vier, sabe-se lá quando...). No total, ETER3 representa 10% do volume aportado até o momento.

A carteira de FII foi reconfigurada, passando de oito papéis para apenas cinco, embora o volume total aportado tenha variado pouco. Queremos aumentar a participação nessa classe de ativos, mas resistimos a entrar nos preços atuais e acreditamos que o cenário de alta deve persistir seguindo num sentido inverso ao da SELIC. Estamos atentos a eventuais oportunidades que possam aparecer, até mesmo porque, segundo nosso perfil, preferimos exposição ao yeld dos FII (RV) aos produtos tradicionais de RF que estão sendo oferecidos.

O valor em imóveis foi zerado devido ao insucesso no arremate do leilão que mencionamos no post anterior. Como havíamos dito lá, o risco é mesmo alto mas, agindo de forma responsável e dentro dos limites estipulados, é perfeitamente controlável. De fato, saímos dessa experiência com uma bagagem que permite termos maior perspectiva de auferir renda através dessa modalidade num futuro próximo.

Observação: Na última linha do quadro acima, as células em azul mais escuro indicam o total da carteira (medido pelo valor aportado) e os proventos recebidos ao longo de 2017.


A relação Aportes X Carteira ficou assim:



Considerando os 34 meses de acompanhamento, o aporte médio foi de R$7,4k; já a média de proventos, considerando apenas o ano de 2017, é de R$733.


Índices relevantes


Para o mês de outubro, temos o seguinte:



Rentabilidade da Carteira                   [2017, real acumulada, proventos+trade]:  27,2%;

Sustentabilidade Financeira                      [renda passiva X despesas obrigatórias]: 7,6%;
Independência Financeira      [renda passiva X despesas (obrigatórias + eletivas)]:   5,0%.



Pra finalizar, já que citamos Gabriel, o Pensador, deixamos aqui uma de suas obras primas: Até quando!?


Não adianta olhar pro céu, com muita fé e pouca luta!


Vamos à luta!


sexta-feira, 12 de maio de 2017

E que trimestre!
Fevereiro, Março e Abril/2017:
Receitas, Despesas, Aportes, Carteira & Proventos

Meus amigos, voltei!


Aproveitando-nos da poesia “Solteiro de Novo”, futuro clássico da música popular brasileira, cantada por Gaúcho, Ronaldinho, e Safadão, Wesley, comemoramos nosso retorno às atividades aqui no blog após um período de três meses repleto de novidades e aprendizado.



Meus amigos, voltei - eu tava ficando doido. Poesia do séc. XXVI

O bacana de ficar um tempo sem escrever foi que pudemos acompanhar a concretização de algumas ações que havíamos previsto na postagem anterior e, de fato, muita coisa aconteceu! Enfim, quase como a saudosa ave Fênix, ressurgimos das cinzas poeira para compartilhar um pouco mais sobre nossa caminhada rumo à IF.

Nesse período, passamos cerca de um mês literalmente “comendo poeira” enquanto enfrentávamos mais uma parte da reforma em casa. A estratégia que adotamos lá no começo foi a de fazer o mínimo necessário pra que tivéssemos condições de morar confortavelmente e depois, aos poucos, investir em melhorias pra ampliar a qualidade de vida em nosso lar, sem sacrificar outras vertentes fundamentais em nossas vidas, tais como lazer e aportes, por exemplo.

Assim como nosso herói aqui, mais uma vez estamos de volta!

Ao que parece, finalmente estamos chegando ao ponto que queríamos lá atrás, restando ainda alguns detalhes para maio, mas já podemos afirmar que há tendência de drástica diminuição nessas despesas de junho em diante.
 

Com relação aos investimentos, várias novidades: zeramos posições em títulos públicos, fizemos algumas operações interessantes em bolsa e passamos um bom tempo analisando a possibilidade de diversificação de carteira através de uma modalidade que até então nos era estranha: leilão de imóveis. Até nosso carro acabou entrando na jogada...
 

Curioso? Vem com a gente!


Resumo do Trimestre


Receitas
 

(i)    as receitas "passivas" ficaram em linha com os investimentos aos quais estivemos expostos no período considerado, ultrapassando a barreira de R$1k pela primeira vez no mês de fevereiro. Contudo, ainda falta um pouco mais de robustez à carteira pra que esse patamar se repita costumeiramente.

(ii)    ativas “ordinárias: mantida a média do que vinha sendo auferida em meses anteriores;

(iii)   ativas “extraordinárias: aqui houve algumas novidades que merecem destaque:

         (a)    em março houve uma receita extraordinária de R$7,5k, decorrente de um empréstimo (!) ao qual recorremos para explorar uma oportunidade que surgiu repentinamente num momento em que nossas reservas líquidas (D+0 e D+1) estavam muito baixas em função dos gastos elevados a que estávamos  submetidos durante a reforma da casa;

         (b)    no mês de abril houve uma receita extra de R$10k, recebida como entrada pelo parcelamento na troca do nosso veículo por outro mais popular. Vender o carro foi uma opção que encontramos para viabilizar a entrada no novo investimento (imóvel através de leilão) sem que tivéssemos que nos desfazer de posições em ações e FII;

         (c)    trade – mantiveram-se em percentuais relativamente elevados, chegando a quase 25% da renda total de fevereiro e a 31% no mês de março.

Fevereiro


Nesse mês decidimos iniciar a venda de nossas posições em títulos públicos, visando ao aproveitamento da valorização derivada das expectativas (que estão se confirmando) de baixa na taxa Selic.

Em ações, ITSA4 e WEGE3 saíram com excelentes ganhos e só foram vendidas após a data “ex”, garantindo ainda receita adicional em proventos de dividendos/JSCP pagos em março.

Nos FII, ABCP11 foi mesmo uma boa "aposta": como previsto, o yeld pago em fevereiro foi bem superior ao dos outros meses do ano, chegando a pouco mais de 0,9%, enquanto a operação de compra (janeiro) e venda (fevereiro), rendeu um ganho líquido adicional de 4,5%. Pena que de lá pra cá o ativo só tem subido. Gostamos dele, mas na faixa dos R$15 não temos a menor pretensão de comprar novamente.

Março


Aqui finalizamos a venda de nossas posições em títulos públicos com resultados satisfatórios. Como no Brasil há sempre certeza de que mais cedo ou mais cedo tarde haverá nova escalada dos juros, quem sabe não voltamos num futuro não tão distante? No entanto, o foco seria, então, nos papéis mais longos, cujo potencial de ganhos permite oportunidades tanto se levar até o final quanto em operações de curto prazo. Win-Win!? Depende da tolerância às oscilações...

Em ações, AMAR3 e TUPY3 ficaram por pouco tempo (menos de dois meses), mas ofereceram bons retornos, sempre dentro do limite de vendas de R$20k na Bovespa para isenção do imposto de renda.

Nos FII, acreditamos que a Anhanguera cumpriu seu papel: ao longo de todo o período em que esteve em carteira, sempre entregou yeld superior a 1% e nossas cotas foram vendidas com valorização líquida de 47,4%. A receita de R$3,4k, já descontado o I.R. recolhido no mês seguinte, equivalia quase 42 meses do valor que seria recebido em aluguéis. É possível que suba ainda mais? Claro, mas pra nós foi mais que suficiente e liberou recursos para novos aportes.

Abril


A receita com trade foi menor em abril, mas ainda assim foi muito importante para a consecução dos objetivos traçados. Natura patinou por vários meses e decidimos não “pagar pra ver até onde iria” – vendemos com alta de quase 15% (cotação de agora: R$35,61 – R$7 acima do nosso preço de saída!!), enquanto Suzano foi uma operação curta, visando a uma receita extra com recursos que estavam parados em conta.

Nos FII tivemos as saídas de BBPO e NSLU, ambos com yeld e valorização líquida satisfatórios. As receitas de R$640 e R$348, já líquidas do I.R. recolhido no mês seguinte, equivaliam a quase 36 e 16 meses do valor que seria recebido em aluguéis, respectivamente.


Despesas


Como havíamos previsto lá no post anterior, as despesas dos meses de fevereiro, março e abril foram fortemente impactadas pela reforma que fizemos e que consumiu praticamente a totalidade das receitas obtidas com trade. A previsão inicial era gastar menos de R$25k com isso (incluindo aí materiais, mão de obra, marcenaria, entre outros) mas fechamos abril em R$28,5k, faltando ainda gastos com utensílios, que deverão ser finalizados agora em maio. Ufa!

Assim, a tendência é termos um gasto ainda elevado em maio, voltando aos patamares de 2016 a partir de junho, quando esperamos retomar a normalidade em nossa rotina, finalmente. Oremos!



Aportes, Carteira e Proventos

O aporte total nesses três meses foi de aproximadamente R$19,8k, deixando a carteira com a seguinte distribuição:

Fevereiro, Março e Abril/2017: Aportes, Carteira e Proventos

Como previsto lá atrás, a reserva em CDB foi “dilacerada”, passando de R$12,6k em janeiro para pouco menos de R$300 ao final de abril. O fato de termos trabalhado com dinheiro mais à mão garantiu bons descontos nas compras de produtos e serviços para a reforma. Analogamente, a carteira de títulos públicos foi zerada no período, com a vantagem de termos saído num momento de alta nos preços que conferiu ganhos interessantes, como mostrado na seção que abordou receitas com trade.
 

Na carteira de ações, Klabin, Portobello e Usiminas entraram e Itaúsa, Natura e Weg saíram. Houve aumento de posição em Cielo (aporte + bonificação), Embraer e Eternit, além de operações de trade com Lojas Marisa, Tupy e Suzano. Todas as saídas e seus respectivos resultados foram registrados na seção correspondente nesta postagem, lá em cima, assim como as que envolveram FII.
 

E por falar em FII, a principal operação consistiu na venda de Anhanguera e aquisição do fundo Mérito (MFII11). BBPO e NSLU saíram e houve aumento de posição nos demais ativos da carteira, à exceção de AGCX, que neste momento nos parece pouco atrativo para novas entradas e BBRC, que está em observação. Observando a carteira, nota-se que esses são os únicos com aporte abaixo de R$5k. No geral, a carteira de FII tem agradado, com rendimento médio na casa dos 0,9% a.m. Novas entradas continuam dependentes de janelas de preço. Estamos de olho!
 

O valor em imóveis registrou os desembolsos de um investimento que ainda está sendo montado, relacionado ao mercado de leilões e o valor deve aumentar nos próximos meses, uma vez que a estratégia envolve financiamento, reformas e, possivelmente, despejo. O prazo  estabelecido para maturação e finalização do negócio é de 18 meses a partir daquele mês e estamos registrando absolutamente todos os passos a fim de verificarmos, na prática, se é uma boa ou não.

Alto risco? Sim, mas controlado. Além disso, há muita burocracia envolvida, o que dificulta as coisas e toma um bom tempo da gente. No entanto, esperamos sair dessa experiência com uma bagagem que permita termos uma nova fonte de renda no futuro.

Observação: Na última linha do quadro acima, as células em azul mais escuro indicam o total da carteira (medido pelo valor aportado) e os proventos recebidos ao longo de 2017


A relação Aportes X Carteira ficou assim:

 


Considerando os 28 meses de acompanhamento, o aporte médio foi de R$6,7K; já a média de proventos, considerando apenas o ano de 2017, é de R$816,31.


Índices relevantes


Levando em conta apenas a renda passiva, estabelecemos duas métricas com o intuito de acompanhar nossa evolução. Para o mês de abril, temos o seguinte:


Sustentabilidade Financeira               [renda passiva X despesas obrigatórias]: 10,1%;
Independência Financeira [renda passiva X despesas (obrigatórias + eletivas)]:   5,4%.



Até a próxima!



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Janeiro/2017: balanço mensal
Receitas e Despesas, Aportes, Carteira & Proventos

E lá vem o Carnaval!

Carnaval batendo à nossa porta e, antes que fique tarde demais, cá estamos para registrar nosso balanço de fechamento do mês de janeiro.

Já preparou sua fantasia pra este ano!? A mesma de sempre...

Como gostamos de encher os cofres do governo estadual logo cedo, optamos mais uma vez por pagar integralmente o IPVA e demais taxas relativas ao nosso carro já neste mês mas, ainda assim, conseguimos um aporte em linha com nossa média mensal até aqui. Considerando ainda a reaplicação do valor obtido com a venda de BBAS3 (não resistimos e saímos a R$31,77), pode-se dizer que foi um aporte excelente!

So, here we go!


Resumo do Mês

Receitas- receita total de R$21,5k em janeiro:
Janeiro/2017: Receitas

As receitas "ativas", decorrentes de nossas atividades principais, secundárias ou eventuais, corresponderam a 96,5% do total no mês. Embora a receita de trade obtida com a venda de BBAS3 tenha correspondido a 25,5% do total considerado "ativo", o efeito dela sobre a receita total não foi tão grande (em percentual), uma vez que se a desconsiderarmos, o total da renda ativa ficaria em 95,3%.

As receitas "passivas", por sua vez, foram maiores do que em dezembro por causa do pagamento do cupom de juros de nossos papéis NTNF-2025. Importante destacar que o valor de R$302,73 já contempla o recebimento líquido dos juros.

Desde que passamos a acompanhar os resultados desta forma, é a primeira vez que o total de renda passiva ultrapassa a marca de 3% da receita total. Aproximando nossa abordagem à maneira como o ótimo Frugal Simple apresenta, a renda passiva do mês cobriria quase 8% da despesa total. Se pra ele, cujo rendimento equivaleu a cerca de 25% das despesas "não está ruim, mas também não está bom", só podemos dizer que nossa caminhada ainda terá muitos e muitos passos!

E já que falamos na venda de BBAS3, a seguir detalhamos a receita obtida com operações de trade realizadas no mês de janeiro:
Janeiro/2017: Trade

A valorização levou o papel pra perto da máxima em muitos anos e não resistimos: saímos dessa operação, montada entre junho e setembro de 2016 com 76% a mais - não podemos reclamar! Lá na parte de aportes detalharemos, mas já adiantamos que pegamos o valor do "principal" e aplicamos em FII, enquanto o resultado total do trade foi pra mais risco ainda, comprando um papel que acreditamos ter potencial para nos alegrar novamente ao longo deste ano. Aguardemos!

Despesas- em linha com o esperado para janeiro, a despesa familiar ficou em R$9,6k, impactada principalmente pelo licenciamento do carro, pago integralmente neste mês.
Janeiro/2017: Despesas

Embora os gastos totais tenham sido semelhantes em dezembro e janeiro, no mês anterior a explicação se deveu às festividades de final de ano: compras de supermercado, presentes, roupas... O vilão da vez foi o carro, o que deve se repetir no fechamento de fevereiro por causa da revisão em concessionária (a última dentro da garantia...).

Estamos quase retomando as reformas do apê e  isso também deverá trazer impacto às despesas (e aos aportes, consequentemente). Nossa programação anual já previa isso e agora é finalizar o levantamento dos orçamentos e prosseguir com os trabalhos.


Aportes-

Aporte total de R$12,5k:
Janeiro/2017: Aportes

Já prevendo os futuros gastos com a continuação da reforma do nosso apê, direcionamos boa parte do aporte para o CDB, com o objetivo de ter o dinheiro mais à mão e tentar obter descontos nos preços a serem fechados nas contratações.

Na carteira de ações tivemos a saída de Banco do Brasil (BBAS3, em grande estilo!) e a entrada das Lojas Marisa (AMAR3). Como da outra vez em que trabalhamos com esta ação, trata-se de uma empresa que compramos (i) por afeição, pois gostamos do estilo, da qualidade e variedade dos produtos, (ii) por ainda acreditarmos numa eventual aquisição do grupo por outras ditas "maiores" no ramo (LREN3?) e (iii) porque mesmo numa eventual alta puramente especulativa, é possível que o papel volte para a casa dos R$9, o que nos traria ganhos de mais de 40%.

Claro que pode acontecer o contrário e o papel só apanhar daqui pra frente (hoje fechou a R$5,94 e nosso preço médio é R$6,32), mas achamos que é o tipo de risco que vale a pena correr. Em tempo: nossos relatos não têm a pretensão de indicar qualquer tipo de investimento para quem quer que seja, tratando-se apenas de descrever nossas próprias experiências na longa jornada rumo à Independência Financeira.

Na carteira de FII, mês de estreia para o Grand Plaza Shopping (ABCP11), um estabelecimento com o qual já tivemos contato pessoalmente por alguns anos no passado e que nos parece bastante atrativo. Pelo que estudamos, o yeld pago em fevereiro (referência: jan/17) costuma ser praticamente o dobro dos demais meses porque o shopping também fatura em dobro com os aluguéis de dezembro. De qualquer forma, pode ser uma boa oportunidade de fazer um trade nos próximos meses ou, na pior das hipóteses, segurar por um bom tempo e manter o rendimento semelhante ao da poupança.

Por fim, dobramos a posição em KNCR11 por causa dos bons rendimentos pagos nos últimos meses. Novas entradas dependerão de janelas de preço. Estamos de olho!


Carteira e Proventos-

Ao final de janeiro, a carteira "Nem Luxo Nem Lixo" ficou assim:
Janeiro/2017: Carteira e Proventos

Na última linha do quadro acima, a célula em azul mais escuro indica o total da carteira (medido pelo valor aportado) e também o valor médio aportado ao longo dos últimos 25 meses.


E a relação Aportes X Carteira ficou assim:


Até a próxima!
 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Novembro e Dezembro/2016: balanço mensal
Receitas e Despesas, Aportes, Carteira & Proventos


Então é Natal! Ou quase...

Embora já estejamos quase chegando no Carnaval, não poderíamos deixar de registrar o balanço relativo aos meses de novembro de dezembro, período em que novamente conseguimos obter bons aportes, reforçando nossa carteira para entrar em 2017 com tudo!
Mal podemos esperar pra ouvir novamente a bela canção!

Decidimos não mais escrever a seção "destaques do período" neste tipo de postagem porque, pelo que foi possível observar dos comentários e mensagens que recebemos, a parte que mais interessa aos leitores é aquela do Resumo Mensal, que contém as informações financeiras propriamente ditas.

Na seção de destaques acabávamos abordando temas mais específicos, como custos com o carro, saúde ou moradia, por exemplo. Logo no começo do blog publicamos o texto "Despesas em foco: CARRO" (leia aqui!), inspirados em alguns colegas que já o tinham feito antes. Em novembro/16 o Pobre Japa publicou um estudo sobre o quanto havia gasto com o apartamento dele desde então (leia aqui!) e daí em diante decidimos abordar assuntos correlatos da mesma forma, em posts específicos pra isso (logo mais sai o do nosso apê, Japa!).

Assim, de forma bem mais direta, nossos posts de fechamento passarão a abordar diretamente o resumo patrimonial/financeiro, ainda agrupando as informações em Receitas e Despesas, Aportes, Carteira e Proventos.

Vamos ao que interessa!


Resumo do Bimestre

Receitas- receita total de R$24,1k em novembro e de R$18,8k em dezembro:
Novembro e Dezembro/2016: Receitas

As receitas "ativas", decorrentes de nossas atividades principais, secundárias ou eventuais, corresponderam a mais de 97% do total nos meses em assunto. Embora não tenhamos realizado grande operações na bolsa, o rendimento se manteve num nível maior em relação aos meses passados por causa de itens como 13º salário e restituição do IRPF, por exemplo.

As receitas "passivas", por sua vez, aumentaram nos dois últimos meses do ano, de certa maneira proporcionalmente aos aportes realizados nas carteiras de ações e fundos imobiliários. Todavia, comparando-se à receita global, os proventos recebidos ainda não atingiram a marca de 3%, chegando a 2,7% do total no mês de dezembro.

A seguir detalhamos a receita obtida com operações de trade realizadas no mês de novembro:
Novembro/2016: Trade (não houve operações do tipo em dezembro)

Despesas- em linha com o padrão esperado para cada mês, a despesa da família ficou em R$6,1k em novembro e em R$9,6k em dezembro.
Novembro e Dezembro/2016: Despesas

A elevação de cerca de R$3,5k de um mês para outro é explicada pelas varíaveis sensíveis às festividades de final de ano: compras de supermercado, presentes, roupas...


Aportes-

Mais dois ótimos meses em termos de aportes, totalizando R$27,7k em termos líquidos:

Novembro-
Novembro/2016: Aportes

Dezembro-
Dezembro/2016: Aportes

Carteira e Proventos-

Ao final de dezembro, a carteira "Nem Luxo Nem Lixo" ficou assim:
Novembro e Dezembro/2016: Carteira e Proventos

E a relação Aportes X Carteira ficou assim:

Ao todo, quase R$96k aportados na carteira!

Nós não tínhamos essa meta aberta, mas agora que temos o número, o objetivo é dobrar a meta.
Ok, "dobrar" os aportes é tarefa complicada. Que tal aumentar inflação de 2016 + 20%!? Deal!


Pra frente!