sexta-feira, 15 de abril de 2016

Março/2016: Aportes, Carteira e Proventos

Rally do Impedimento X Despesas Extraordinárias...

No mês de março conseguimos  concretizar um aporte de R$8,6k (cerca de 46,2% da renda total). Apesar de semelhante ao aporte de fevereiro (em termos absolutos), isso só foi possível por causa de algumas operações que fizemos com ações ao longo do mês, surfando um pouco na onda do "rally do impeachment", uma vez que nossas despesas também foram consideravelmente mais elevadas naquele mês (detalhes no post anterior: "Março/2016: Receitas e Despesas").

Aportes
No mês de março conseguimos um aporte de R$8.648,97, correspondente a 46,2% da receita total:
Março/2016: aportes
A maior parte do aporte se concentrou na compra de mais 30 cotas do fundo imobiliário "Anhanguera Educacional", que absorveu quase 50% do total.

Na carteira de ações, destaque para o aumento nas participações em Eternit e Weg, além da estreia de Estácio no portifólio.

Os valores negativos refletem vendas realizadas no período, sendo as baixas registradas pelos respectivos valores de compra (incluindo os custos de transação).Aproveitamos o ensejo para apresentar o detalhamento da receita com trade mostrada no post "Março/2016: Receitas e Despesas"):
Março/2016: receita com compra/venda de ações

BBAS3 e ITSA4 já voltaram para a carteira, como observado no quadro de aporte.

Carteira
Ao final do mês de março, nossa carteira "Nem Luxo, Nem Lixo" ficou assim:
Março/2016: carteira no final do mês
De janeiro a março houve um aporte total de R$ 21.792,49, cuja distribuição explica a variação ocorrida na composição da carteira até aqui.

CDB:aplicação total de R$3.093,11, passando de 1% para pouco mais de 4%;

Títulos Públicos: aporte líquido de R$410,47, levando a participação total de cerca de 57% para pouco menos de 43% da carteira;

Ações: com um aporte líquido (recursos novos) de R$4.614,85, o total em carteira passou de aproximadamente 37% para 30,4%;

Fundos Imobiliários: aplicações em FII representaram mais de 60% do total investido até o momento em 2016, explicando tanto a diminuição percentual dos demais ativos quanto a elevação (de 8% para pouco mais de 22%) de sua contribuição na composição de nossa carteira.

Para o momento, acreditamos ser adequado manter a exposição a cada classe de ativo dentro dessas margens buscando, entretanto, aumentar a diversificação em ações e FII.

Sabemos que ninguém aqui é "profissional" em investimentos (assim como nós) mas, de qualquer forma, aceitamos sugestões sobre novos FII para composição de nossa carteira. Comentários são bem-vindos!

Proventos
A seguir apresentamos os valores recebidos a título de juros, aluguéis e  dividendos, totalizando R$382,74 em março (R$1.022,36 em 2016):
Março/2016: proventos
No mês passado divulgamos proventos e carteira de forma conjunta , mas possivelmente prosseguiremos nesse novo formato, separadamente, de maneira a não poluir (e confundir) demais os quadros.

O que vem por aí...
Abril nos reservou uma série de despesas "sócio-inevitáveis", prejudicando nossa capacidade de investimento. A coisa é tão séria que neste mês decidimos contrariar nossa máxima do "pagar-nos primeiro" passando para uma opção do tipo "o que vier é lucro".
Expectativa para abril...
Mais detalhes em breve.
Até logo!

6 comentários:

  1. Fala nem luxo nem lixo.
    Você já procurou estudar sobre FII mais defensivos?
    Pense primeiramente em estruturar sua carteira em cima de agência com contratos atípicos até 2022.
    Dos que ainda tem bom preço temos AGCX e SAAG já BBPO deu uma descolada violenta nos preços.
    Shopping temos PQDP, SHPH, ABCP todos com yield baixo e liquidez baixa porém ótimos empreendimentos, por últimos temos HGBS ótimo FII porem tem um rolo bonito em dos CRI do shopping goiabeiras que pode vir a dar prejuízo adiante, portante aqui yield maior com risco muito maior.
    Pelo preço certo vale apena, porem ao preços atuais existe pouca margem de segurança "nem tenho olhado muito para ele."
    Fundos multi multi ativos: HGRE , KNRI e BRCR pelo menos um destes tem de ter em carteira ou todos eles.
    Tenho dado preferência para 2 primeiros sendo que BRCR até pouco tempo atrás tinha um péssimo histórico de governança, também revelou que em questão de venda&compra anda perdendo feio para GriFFO, KNRI é aquilo bom imóveis só que yield baixo pela segurança do mesmo.
    No setor de logística melhor sem sombra de duvida é HGLG , porem também com yield baixo.
    Depois temos hospital e faculdade com nslu , faed etc bons contratos porem imóveis nem tanto.
    Não sou chegado muito em hospital pela dificuldade em conseguir renegociar alugueis.
    Agora comprar lajes corporativas precisa saber comprar pelo preço certo pois tende estourar muita vacância nesses segmento, além da sobre oferta de lajes descomunal com entregas de novos empreendimento, com toda certeza teremos estoque para mais de 7 anos.
    Tenho FII em minha carteira com 44% de vacância física e outros passando dos 20% facilmente com as ultimas saídas anunciadas.
    Agora de praxe qualquer FII do setor anda com pelo menos 20% de vacância e podendo chegar a 30% ou mais todo cuidado é pouco precisa analisar o preço certo e assumir o risco.









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    1. Fala Mestre!

      Tivemos um mês bastante agitado e ficamos um tanto distantes do blog, mas agora voltamos com tudo à ativa.

      Muito obrigado por sua contribuição sobre os FII! Parece que essa expectativa de baixa da Selic está jogando todos eles pra cima, apesar da tendência de maior vacância em diversos deles. O jeito é acompanhar e, aos poucos, firmar posições.

      Vamos nos falando. Abraço!

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  2. Boa casal, gosto muito da carteira de vocês (bem diversificada) e de como são descritos os fechamentos e aportes!

    Abraços!

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    1. PJ, sempre bem vindo por aqui!
      Abraços e vamos à luta.

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  3. Respostas
    1. Valeu BPM.
      Usamos o nome do seu blog como inspiração nessa corrida!
      Abraços.

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